sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Viradas de ano

A virada esse ano foi legal, tomei Champagne, mas champagne mesmo não aqueles espumante de 20 reais, mas eu ja tive viradas de ano bem diferentes.

Me lembro da virada de 2000 para 2001, muita gente achava que o mundo iria acabar e tudo, eu também achava, na real acho que foi lavagem cerebral que a minha avó fez em mim eu estava convicto que o mundo iria acabar. Naquela noite eu estava com muito medo, mas medo mesmo; era uma noite fria, eu vestia uma camiseta do Real Madri, o mar estava bravo, havia tantos raios que nem precisava de iluminação artificial, as rajadas de vento levantavam aquela areia maldita que fazia a pele doer.

Decidi me refugiar no meio do mato, ja que era uma praia de surfistas, com poucas casas, entrei um pouco adentre naquele mato, sózinho, com medo, mas com coragem, apesar de ser um covarde. Dentro daquale floresta tropical encontrei algo que nunca tinha visto antes, uma espécie de fruta exótica com uma casca em forma de caracol, como estava com fome tratei de apanhar uma para me alimentar, tinha um gosto muito estranho, peguei outro para levar para minhã mãe experimentar, levei até a barraca na beira daquela maldita praia, minha mãe me disse que aquela tal fruta exótica era um caramujo africano, eu nem falei nada pra ela que tinha comido um ela também nem me perguntou.

Lah pelas 1:30 da manhã eu já tava bem alegra pois o mundo não tinha acabado, apesar de haver uns crente loko na praia pregrando o fim do mundo naquele dia, a chuva ja tinha caido; dai começou a me dar uns revertério, mas não era vontade de cagar não, tinha alguma coisa queimando o meu estômago, certamente era aquele maldito caramujo africano, depois de 43 minutos com aquela dor eu desmaiei.

Quando acordei estava em um quarto de hospital, com muita dor na barriga, minha mãe me falou que eu tinha sido operado, achei que ela tinha vendido um rim meu, meio fígado e minha medula, mas o médico me falou que eu tava com apendicite uma espécie de franmento calcário entupiu meu apêndice cecal, fiz aquela cara de ãh?, mas deu tudo certo, o mundo só acabou aquele dia pro meu apêndice mesmo.

Pra minha avó o mundo acabou naquele ano, 2001, ela morreu no outono deviado a cirrose hépatica, ela era bêbada coitada, segundo meu avô ela deve ter começado a beber depois que minha tia assumui ser lésbica, que Deus a tenha.

A respeiro dos caramujos nunca mais os comi, e hoje tenho medo deles, sempre corro quando vejo um.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Caguei na rua!

Galera, quando eu era criança minha mãe me achava autista, mas ela também tinha motivos. Quando eu estava na 8ª série eu morava em Joinville, num apartamento próximo da escola, eu "estudava" à tarde. Era manhã de uma terça-feira, minha mãe me pediu pra eu ir até a padaria pra comprar pão fresco, quanto eu tava voltando da padaria começou a me dar uns revertérios assim na barriga.

Gente, me deu uma vontade de sabem né, liberar os restos alimentares. Daí eu tava a uns 800 metros de edifício e tinha a idéia fazer o negócio em casa. Indo pra casa; daí o cara que ta se cagando anda meio esquisito, anda um pouco rapido depois para e contrai toda a musculatura da bunda pra não da merda, literalmente.

Quando eu tava a uns 150 metros de casa me deu vontade de peidar, eu pensei que se eu peida-se iria aliviar um pouco, daí eu peidei, mas não sairam apenas gases, minha cueca era samba-canção e a minha calça era aquelas sport que tem elástico no tornozelo, a bosta ficou toda na minha calça.

Daí fui pra casa, escorendo merda. Graças a Deus o porteiro não tava na guarita, entrei peguei o elevador, nisso me aperece uma gostosa que mora no meu prédio - Segura o elevador pra mim! Eu começei a meta do dedo pra fechar a porra da porta do elevador, graças a Deus a porta fechou e eu fui elevado sózinho.

Cheguei no apartamento, joguei o pacote de pão em cima da mesa fui direto pro banheiro, ainda no meio do caminho a empregada - Nossa Rogério que cheiro. Tive que dizer pra ele que pisei na merda do cachorro, entrei no banheiro, joguei a roupa fora, quando fui pra tomar banho minha mãe me avisa que tinha acabado a água do prédio, tive que ficar com um monte de mosca envolta de mim por uns 40 minutos até água voltar.